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brunner - @cineparayso

Artista visual/multimídia, performer e produtor cultural. Graduou-se em Comunicação Social na Universidade Federal de Uberlândia/Universidade do Porto em 2014, um ano antes iniciou sua atuação artística entre as cidades do Porto em Portugal e Uberlândia (MG) na qual desenvolveu o projeto WC*. Também em 2014 aprofundou-se no campo da fotografia, com pesquisa no Instituto Multimedia do Porto. Entre 2014 e 2015 atuou artisticamente no Rio de Janeiro em espaços como a casa de livre criação Catete92. Em 2016 iniciou estudos em arte contemporânea em nível de mestrado na Universidade de São Paulo (USP) e entrou para a cia de teatro Pessoal do Faroeste em São Paulo, na qual assumiu a direção de produção e o desenvolvimento artístico de projetos performáticos. Neste período produziu os espetáculos como "Curare" e"Solo Que Luzia" e “O Assassinato do Presidente”, com direção de Paulo Faria, também produziu cineclubes na Boca do Lixo (região histórica do cinema paulistano) e o bloco de carnaval Cordão do Triunfo (2017, 2018 e 2019). Em 2017 foi artista residente na Funarte SP/ Ministério da Cultura Regional São Paulo, desenvolveu os projetos "As Éguas" e "Estudo Sobre Bananas", com exposição entre outubro e novembro do mesmo ano nas galerias da Funarte São Paulo. No mesmo ano apresentou no festival Satyrianas (São Paulo) as performances "Deriva da Luz Vermelha" e "Estudo Sobre Bananas #4. Em 2018 circulou o estado de Santa Catarina pelo edital Elisabete Anderle pelo projeto Jovem Artista Catarinense com oficinas de financiamento para arte contemporânea e iniciou o projeto Laboratórios de Iniciação Performática nos espaços Funarte São Paulo e teatro Pessoal do Faroeste. Também iniciou neste ano o projeto de videoinstalação/cinema expandido "CineParayso". Em outubro, participou pela segunda vez do festival Satyrianas com os projetos performáticos "Cheburashka", "Corpo Arte Artista Nulo" e "Território Ético", dentro do projeto coletivo "Museu de Imagens", com sua direção. Em 2019, em Buenos Aires (Argentina) expandiu o projeto performático "As Éguas" para "Las Yeguas" e, em São Paulo, retomou temporada do projeto “Deriva da Luz Vermelha” nos meses de fevereiro e março, com trabalho de pesquisa e curadoria de dados junto ao Memorial da Resistência. Em abril deste ano apresentou a performance "Coquetel Artelux" no espaço Apis no Rio de Janeiro e participou da exposição "Distopias" no mesmo espaço durante o mês de agosto também com o projeto Artelux. Em agosto de 2019 integrou a programação da Jornada do Patrimônio com os projetos "Deriva da Luz Vermelha" e "Rolê" e em novembro compôs pela terceira vez a programação do festival Satyrianas com a performance "Chedurashka 2". Em janeiro de 2020 realizou no espaço Presidenta, em São Paulo, a intervenção/festa “CineParayso” e em abril participou do festival SPUrban com projeções do videoarte "CineParayso" em prédios de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Em maio de 2020 fundou o Fórum Artístico Artelux com a proposta de discutir arte e democracia e, ainda com o projeto Artelux, foi convidado a realizar uma projeção em um edifício do Lgo da Carioca (RJ) como parte da programação do Grito dos Excluídos. Em outubro do mesmo ano, participou da campanha de ativismo alimentar "Gente é Pra Brilhar Não Pra Morrer de Fome" com performance e projeção apoiada pela ONG Greenpeace e, em novembro, foi convidado a ser um dos representantes do projeto "As caras da Vila Buarque" na parceria das artistas Bia Ferrer e Priscilla Torelli com o SESC Consolação.